Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.
E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
Gênesis 12:1-3

NAÇÃO PLURIÉTNICA

BRASIL, EM CONSTRUÇÃO

“Apenas se nós entendermos, podemos nos importar. Apenas se nos importarmos, podemos ajudar. Apenas se ajudarmos, seremos salvos” Jane Goodall.

 

Brasil. Com mais 300 etnias, temos muitas nações em apenas um país. Tal como a antropóloga e primatologista Jane Goodall diria, ntry. As anthropologist and primatologist Jane Goodall would say: "Apenas se nós entendermos, podemos nos importar. Apenas se nos importarmos, podemos ajudar. Apenas se ajudarmos, seremos salvos” Sendo brasileira e vivendo em uma das maiores cidades do mundo, São Paulo, posso dizer que a maioria dos não-indígenas do país (especialmente os que vivem em capitais), não tem ideia da existência de tantas etnias no Brasil, quanto menos a realidade de vida de cada grupo étnico. A maioria dos brasileiros não-indígenas sabe o nome de 5, 10 talvez 20 etnias e vê esses povos como 'exóticos' ou 'povos da floresta'. 
 

A burocracia e má-fé de pessoas em várias posições  deixa a mídia e os documentaristas de fora. Logo, a maioria não entende, não se importa e não ajuda.

KAYAPÓ

Os Kayapó vivem nos estados do Mato Gross e Pará. O termo Kayapó, também escrito Caiapó ou Kaiapó, foi dado por povos vizinhos e significa "aqueles que parecem com macacos". O nome provavelmente deriva de um ritual masculino que envolve máscaras de macacos. Eles se denominam Mebêngôkre, que significa "os homens do burcado de água". Outros nomes incluem  Kararaô, Kuben-Mekrãgnoti, Metyktire and Xikrin
 

A pintura corporal Kayapó traz um grafismo complexo, que muda de acordo com diversas variáveis. As cores que os Kayapó usam representam as cores de suas aldeias. Os homens se adornam com penas na cabeça, sendo que estas representam o universo. 

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** FONTE DO PARÁGRAFO: ISA

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POVOS DO XINGU

Estudos mostram que a região do Alto Xingu era densamente populada antes do contato com os Europeus. Grandes conjuntos de habitações foram feitos entre os anos 1200 e 1600, com estradas e pontes ligando comunidades, que eram construídas de forma pré-planejada em forma de plazas circulares.

A história oral Kuikuro conta que escravagistas europeus chegaram à região do Xingu por volta de 1750. Por conta de doenças como gripe, sarampo e varíola, com as quais os indígenas nunca tinham tido contato, a população xinguana caio de dezenas de milhares para centenas.  

Em 1946 os irmãos Villas-Bôas chegaram à região e ajudaram na criação do Parque Indígena do Xingu em 1961. Hoje são 16 etnias com hábitos e sistemas socias similares, mas idiomas diferentes.

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** FONTE DO PARÁGRAFO: WIKIPEDIA

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Em breve: KUARUP - O maior ritual do Xingu

RIKBAKTSA

O nome Rikbaktsa (Rikbaktsa rik, pessoa + bak, ser humano + tsa [sufixo plural]), é como este grupo étnico se autodenomina. Localmente, eles são chamados Canoeiros, por conta da aptidão com o uso da canoa. Também são chamados, embora com menos frequência, de orelhas de pau, por conta da prática de alargar os lóbulos com madeira.

Não há referências históricas aos Rikbaktsa anteriores ao século 20, e não há estudos arqueológicos que datam a ocupação das terras. Porém, histórias orais, referências geográficas em seus mitos e o altíssimo conhecimento da flora e fauna nativa mostra que os Rikbaktsa ocupam o mesmo local há muito tempo.

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** FONTE DO PARÁGRAFO: WIKIPEDIA

"Por favor tire uma foto minha, quero mostrar minha cultura para pessoas fora da minha aldeia."

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XAVANTE

No final do séc XVIII, os antepassados dos Xavante cruzaram o rio Araguaia e separaram-se dos Xerente, que permaneceram na margem leste do rio. Anciões xavante contam sobre a separação. Numa das versões, um boto ergue-se no meio do Araguaia, tornando o rio intransponível e amedrontando os demais “parentes” que não o haviam atravessado. Outra versão fala de vários botos transportando os Xavante pelo rio. Em ambas as histórias, os que permaneceram na margem oriental do rio foram abandonados para sempre. Tratam-se, segundos os anciões, dos ancestrais do povo que hoje conhecemos por Xerente.

Um estudo genético feito em 2015 mostrou que, ao contrário da maioria dos povos nativos americanos, os Xavante, bem como os Paiter-Surui e os Karitiana tem ascendência relacionada aos indígenas das ilhas Andaman, Papua Nova Guiné e Austrália.

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** FONTE DO PARÁGRAFO: WIKIPEDIA

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GUARANI

 

Os Guarani foram um dos primeiros povos a serem contactados pelos europeus quando estes chegaram na América do Sul há mais de 500 anos. Atualmente, a mais de 50 mil Guaranis no Brasil , o que faz deles a etnia mais numerosa do país. Eles também estão presente no Paraguai, Argentina e em pequenas regiões do Uruguai e Bolívia.

 

 

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** FONTE DO PARÁGRAFO: ISA

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KRAHÔ

Os Krahô se autodenominavam Mehim, um termo que no passado provavelmente era estendido a membros de outros grupos que falavam a mesma língua e seguiam as mesmas práticas culturais. Hoje em dia, esses grupos são chamados Timbira, enquanto Mehim é um termo aplicado para membros de qualquer outro grupo indígena. 

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** FONTE DO PARÁGRAFO: ISA

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KARIRI-XOCÓ

No século passado, uma fusão entre os Kariri de Porto Real de Colégio e parte dos Xocó da ilha fluvial sergipana de São Pedro originou o termo Kariri-Xocó. Os Xocó tiveram suas aldeias extintas e invadidas e foram buscar refúgio junto aos Kariri da outra margem do rio.

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** FONTE DO PARÁGRAFO: WIKIPEDIA E ISA

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FULNI-Ô

Os Fulni-ô são o único grupo indígena do nordeste Brasileiro que conseguiram manter seus idioma - o Ia-tê - vivo e ativo, bem como o ritual chamado Ouricuri, que até hoje é feito em total segredo. Embora o Ia-Tê seja falado principalmente pelos mais velhos, o idioma é ensinando para as crianças e tem um papel importante na sociedade Fulni-ô society.

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*FONTES DO PARÁGRAFO: WIKIPEDIA.

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